Borda Tu!

by A Charanga

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Adriam Magro
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Adriam Magro Adora esta releitura da música tradicional galego-portuguesa. Simplesmente genial (: Favorite track: Chorar Chorei.
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1.
2.
Mira-me Toni 03:31
Mira-me Miguel como estou de bonitinha Saia de burel, camisinha de estopinha Tengo 3 meninos Num tengo que les dar Pongo-me a cantar e ansina-los a bailar Bi benir la gaita Lo gaiteiro não Ai que pena tengo no meu coração Vamos a la cama Vamos a dormir - Eu levo a manta - Eu levo o candil
3.
T'ácordar 04:35
É pá é assim, tá vestir p’a trabalhar. É pá é assim, tá a mexer. É pá é assim, água fria p acordar. É pá é assim, tens que enfrentar. É pá é assim, hora de ponta, hora de ponta para aguentar, é pá é assim, a multidão t’á a’strabuchar. É pá é assim, paga a conta, não te deixes atrasar, é pá é assim, e faz de conta. É pá é assim, não me dá tempo para ir e vir. É pá é assim, só m'apetece fugir. É pá é assim, esse negócio é discutir. É pá é assim, não tenho tempo para dividir. É pá é assim vai pra casa, vai pra casa descansar, é pá é assim, essa família alimentar. É pá é assim não viste a conta, ca pra mim não queres pagar. É pá é assim, e amanhã vais la voltar.
4.
5.
6.
O meu patrão é um fixe Um bacano é um porreiro Não procura lucro fácil Não faz nada por dinheiro Paga tudo direitinho Horas extra por inteiro Não exige nem pressiona Nem se arma ao pingarelho [Refrão 1] Será o meu patrão de Marte De Vénus, Úrano ou Plutão Faz do mandar uma arte É para ele esta canção Não sei de onde ele vem Mas assim não há igual Não é homem nem mulher Nem é cá de Portugal Não tem ninguém a recibo Só contractos e efectivos Escolhe os trabalhadores a dedo Não há cunhas nem fracos motivos Se dá jeito formação Não hesita nem faz pela metade Trabalhar com o meu patrão É melhor que a universidade [Refrão 2] Se não é extra-terrestre Com coluna vertebral Não sendo homem nem mulher É porque é um animal Com sentido de justiça Leva a sério o trabalho A lição é muito explicita Oh patrões vão para o caralho
7.
Eu chorar chorei o domingo à tarde (2x) Que venha Lourenço, que venha Lourenço e diga a verdade Que diga a verdade pero cum cautela (2x) Tua nai é meiga, tua nai é meiga tenho medo dela Tenho medo dela pero nom me come (2x) Tua nai é meiga, tua nai é meiga, teu pai um mal home
8.
O Modo Mudou 03:38
O Pedrinho foi prá escola Aprender a ser gatuno Queria roubar o povo No momento oportuno Não sabe usar pés de cabra Não sabe palmar carteiras Um gatuno como ele Só palavras e rasteiras Oh Pedrinho põe-te a pau Que o povo não te sente São tal qual o lobo mau E aos coelhos mostram dente As enciclopédias todas Não chegaram ao Pedrinho Ele queria saber mais Sobre ser um safadinho Lá seguiu o seu caminho da escolinha até ao trono Derrubando tacho a tacho e nunca perdendo o sono Agora que pode e manda Rouba como sempre quis Já nem no seu carro anda Já não é um aprendiz Não faz nada que seus pares Não tenham feito também Garante um bom futuro Para os seus e mais ninguém
9.
Insisto 05:09
Caminhando, delirante, por carreiros diferentes, Confiante, hesitante, com perguntas pertinentes, Sem respostas, sem propostas, sem perceber se me mentes, Vivo os dias por instinto, digo as coisas entre dentes. Falamo-nos, ouvimo-nos, tocamo-nos e choras Um pranto desmedido, questiono-te, ignoras. Descontrolo-me, isolas-te, arrependo-me e cobras Erros velhos entendidos, já selados, que desdobras. Faço tudo o que posso, o que sei e o que sinto, Para aprender de novo, se digo o contrário, minto. Quero ver-te, dar-te, ler-te, não te afasto nem te pinto, Vens primeiro, não segundo, nem terceiro, quarto ou quinto. Fechamo-nos, forçamo-nos, afastamo-nos sem quê. Podíamos, queríamos, mas não o fazemos porquê? Sem culpa nem desculpa, dançamos este ballet, Trapalhão descoordenado, nunca se viu nem se vê. Contigo insisto, Sei que não é bonito, Mas o coração maldito Não me larga e então repito Equipa é isto, Não é conto nem é mito Consegue-se a dar o litro Estando junto ou estando nisto. Dou o dito por não dito Um faz de conta em que acredito E cresce um quisto que me rasga como xisto Abro o peito para um grito E então, insisto: Contigo, existo. Sem ti, resisto.
10.
D'airinhas 03:28
11.
Segadinhas 02:30

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credits

released July 13, 2013

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Charanga:

Francisco Gedeão - Computador de ritmos, sintetizadores, voz, percussão + cavaquinho [9].
Alberto Baltazar - Computador de ritmos, sintetizadores e violino + cavaquinho na pista [1].
Quim Ezequiel - Gaita de fole galega, voz + corneta de brincar [6] + gaita de fole transmontana [1, 5]

Companheiros:

Ana Taipas - Gaita galega [3, 4], Adufe [5]
Maria Toro - Voz, flauta transversal e pandeireta [7]
David Torrico - Charango na pista [1, 2]
Pedro Esparza - Dulzaina [8]
Tiago Pereira - Bombo [5 ,11]
Maria dos Santos, Maria Alice Pereira Jacinto e Isabel Maria Coralejo (Grupo de cantares do Meimão) - Vozes [11]

Produção: Rui Aires, André Neto e João Cleto
Mistura: Hugo Santos
Masterização: André Neto

Fotografia: Micaela Neto

Design gráfico: Rui Silva

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A Charanga Portugal

...é um projecto de música electrónica fortemente ligado às raízes da cultura popular portuguesa, mais concretamente à “folk” nacional. Ao mesmo tempo que utiliza computadores, beatboxes, sintetizadores, ferramentas virtuais e influências musicais globalizadas, utiliza também o Bombo, a Gaita-de-Fole, o violino, a Ti Catarina Chitas na moda da Ceifa, os Adufes etc. ... more

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